sábado, 22 de março de 2014

Novos projectos

Desculpemmmm! 
Eu sei que tenho andado desaparecida, mas, tenho andado a trabalhar no meu projecto deste ano, o principal é a profissão de fé do meu pimpolho. SIM, ele vai fazer a comunhão solene. Eu dou certamente mais importância à coisa que ele mas não importa, e é incrível como onze anos passaram a voar. Daqui a pouco está maior do que eu. LOL.
E porquê ando tão ocupada com este projecto podem perguntar vocês, porque além de ser dia de S. Pedro é o dia em que eu comemoro doze, 12 anos de casada. Por isso quero fazer algo mesmo especial (visto que para uns pode não ser importante, mas para mim é).
Não sei se já vos disse mas gosto de planear, projectar e realizar. Quando foi para o meu casamento fui eu quem desenhou e criou os convites, as etiquetas, quem comprou e compôs as lembranças. 
Na primeira comunhão do meu pequeno também fui eu quem fez tudo. Acho que ficou bem, e ficou como eu queria, podia ter comprado tudo e além do gasto de dinheiro ia faltar-lhe aquele meu toque. 
Com estas coisas poupa-se muito dinheiro, se se fizer bem as contas poupa-se. E depois a maior parte das pessoas guarda essas coisas na gaveta ou pior deita fora, é dinheiro. 
Não sou profissional mas cá me desenrasco. E gosto de fazer estas coisas, são feitas com o coração, com gosto e 100% únicas

E agora o Projecto é a "festas" do dia 29 de Junho.
A Primeira, é a festa de comunhão solene. Já escolhi o lugar onde vamos fazer o almoço. Já lá fui por duas vezes e gostei, fazem bufete que nestas ocasiões é sempre o melhor porque assim ninguém se queixa de que não gostou de alguma coisa e comem o que querem. Como o local é excelente em comida e como tenho a certeza de que todos ficarão satisfeitos, decidimos deixar o bolo da comunhão para cortar aqui em casa mais para o final da tarde. (Antigamente era assim que se fazia, foi assim na minha comunhão, acho que seria giro e agradável repetir).

Além de que me deixa espaço para a Segunda festa da "festas", os meus doze anos de casamento. Eu queria fazer um bolo só para Nós, mas tinha que ter um momento na festa do meu pimpolho para isso, assim, cá em casa já posso dar largas à minha imaginação. Quero um bolo pequenino mas cheio de style, ao estilo cake design. Ando a pesquisar. Acho que o vou fazer. Vou atrever-me. O que me dizem? Falta-me o arrojo para relembrar aos convidados que este dia é especial também por isso. Não sei é como fazer isso. 

A Terceira festa, é a sardinhada tradicional de S. Pedro como nós todos os anos fazemos. Estou a planear um balão para soltar ou vários balões. Ainda não me decidi, mas quero fazer algo que fique na memória. (Guardar na memória, é guardar no coração)

Como podem ver trabalho não me falta. Agora estou a trabalhar nos convites (que serão únicos como sempre) e nas lembranças. Quando estiver tudo pronto eu mostro, prometo. Depois fico à espera de comentários. Até lá beijinhos.

quinta-feira, 20 de março de 2014

domingo, 9 de março de 2014

Dia da mulher

Não me esqueci do dia da mulher, estive ocupada a divertir-me, num passeio pelo meu Porto. 


Mas se insistem


Que tenha sido um bom dia para nós todas e se repita por mais dias no ano.


Nós gostamos muito de ti

Pois é tão bom ter um fim de semana assim, sol, boa companhia, bom humor, boas escolhas para programa de passeio.
Ontem, fomos nós três mais a minha mami ao meu Porto. Já vos tinha dito que adoro esta cidade nossa que é espectacular, já não já? Pois e cada vez que lá vou sinto tantas coisas boas, e se for em boa companhia ainda melhor. 
Eu queria ir, (bem, eu quero sempre ir), porque queria espreitar umas coisas para a comunhão do meu pimpolho que é já este ano em Junho justamente no dia que celebro anos de casamento, e verdade seja dita vi imensas coisas que gostei. Acabei por lhe comprar uns sapatos, não eram da cor que eu preferia mas são do género que eu queria. Ainda falta o resto da roupa, será algo simples mas como ele diz com estilo. Só uma coisa me está a intrigar é que ele quer uma gravata de cor verde, não sei como vou fazer para combinar isso com os sapatos azuis. Ou seja aproveitamos bem esta tarde magnifica de sol, só ficou a faltar um lanche num local bonito mas a vida é mesmo assim não se pode ter tudo. 

Em resumo Sol, ficas a saber: Nós gostamos muito de ti, estávamos cheios de saudades.



Foi uma pena hoje o dia não ter estado assim tão bom, mas não importa teremos mais fins de semana. Março tu és incrível.

terça-feira, 4 de março de 2014

Carnaval

Hoje é Carnaval!
E por aqui chove novamente.
Estes últimos anos não tenho celebrado o Carnaval como gostaria, ora vem o frio, ora vem a chuva e ficamos nós sem vontade de sair porta fora. Longe vão os tempos em que estando assim o tempo ou não o Carnaval saloio saía á rua na mesma com chapéus de chuva a fazer de adereço e tudo. Nós enquanto miúdos ficávamos à porta de casa a ver certos foliões passar e a tentar descobrir quem seriam as matrafonas. Depois riamos a valer com a criatividade genuína desses que eram os nossos inspiradores. E depois o Carnaval foi mudando, passou a ser na escola alguns de nós já não achávamos tanta piada a certas brincadeiras, devo dizer que não me recordo alguma vez ter sido "atacada" por arremessos de farinha com pimenta como cheguei a ouvir comentários, nem bombas de água tão pouco, mas sempre com serpentinas e pinturas coloridas, talvez por isso a minha lembrança do Carnaval seja sempre mais de diversão e alegria que outra coisa qualquer. Tenho pena que o tempo não tenha ajudado mais e que a folia se faça mais dentro de portas porque confesso não gosto de confusões e apertos. 
Então viva a terça feira gorda e o Carnaval saloio, um abraço para Loures onde o saloio saí à rua e que se divirtam a valer, porque como diz a canção: "Esta vida são dois dias, mas o Carnaval são três."

sábado, 1 de março de 2014

Aí Março, Março que te levo no regaço.

Meu querido mês de Março.


És um mês tão rico que nos das tanto, o dia da mulher, o dia do Pai, o dia da árvore, o dia da primavera, o meu dia de anos, o dia da alegria, o dia da poesia, as vezes também temos a pascoa, e olha este ano até vamos ter novamente o Carnaval. 
Que belas recordações me traz este meu mês. Recordações de frio, recordações de calor, enfim.
Mas também é um mês de contradições tal como diz o ditado: Março marçagão manhãs de inverno, tardes de verão. 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O que futuro nos reserva
























Brincar ás guerras.

Até parece uma coisa natural, instinto? Será? 
Lamento que o ser humano tenha este e outros instintos.
Lamento, profundamente porque sei o quanto é difícil evitar que o sigam. 
Já todos sabem que tenho um menino. Um menino que brinca como todos os meninos, um menino ao qual NUNCA comprei uma arma de brincar, e no entanto ele tem no seu cesto de brinquedos no quarto umas três ou quatro. Dadas, oferecidas e quantas eu deitei fora e outras apareceram????.
Sempre lhe dei brinquedos inofensivos, didácticos mas de uma forma ou de outra por vezes estes tornavam-se em outras coisas tudo menos inofensivo. 
E eu sempre ouvi que os nossos filhos são o que nós fizermos deles. Eu sou contra todo o tipo de armas, mas meu filho sabe até os nomes delas. Como? 
A publicidade gratuita à violência, que passa na TV no nosso dia a dia, é uma das responsáveis, os vídeo jogos são outro, e o facto de os pais deixarem os filhos muito tempo sozinhos o terceiro e definitivo culpado. Andamos nós a preparar os nossos filhos para a guerra? É esse o nosso futuro?
Meu filho ganhou a PS3, porque o pai também queria jogar, com ela veio dois jogos, depois saiu um outro de armas (eu odiei) mas para meu filho não ficar excluído das conversas dos amiguinhos permiti - todos tinham e só ele é que não porque que é que eu o deveria excluir de ser como os outros. para que num tempo futuro ele não se soubesse defender? 
Ele tem só onze anos, nunca pegou numa arma de verdade, tirando o seu verdadeiro peso (que ele não sabe qual é) se ele pegasse uma acredito que ele saberia disparar e mesmo matar com ela. Para mim ver crianças a brincar ás guerras é desolador porque se afigura um triste futuro. Eu queria outro futuro para o meu filho, não fazer dele um soldado ou um sobrevivente de guerra. Como esses meninos da foto na Síria. Pequenos futuros soldados, sobreviventes da ira, do ódio, mas perigosos.


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Duvida desfeita

Além do tempo estar para além de Ruim, tenho andado um pouco, como dizer, desconsolada. Só penso em dieta, mas meu estômago grita por COMIDA. Estou a ficar maluca, pirada. 
Então vai daí, eu aqui, decidi fazer as receitas das ditas Papas de Aveia. Sim a sério. Uma noite em que era capaz de comer este mundo e o outro, de bolachas, doces e tudo mais que aparecesse à frente (tipo uma caixa de sortido de bolachas com chocolate) fiz ... ta na na náh, papas de aveia. Tal qual a receita que escolhi por ser a mais parecida com a que uso para fazer a minha delicia de aletria, e, depois de prontas à primeira colherada, não passou da boca para baixo. Droga e que vontade me estava a dar em comer aquilo, tão bom aspecto, o cheirinho fantástico, mastiga, mastiga, e (fiz uma coisa que o meu filho fazia muito) deitei fora. Não consegui engolir, porquê? Não consegui entender. Só de pensar dá-me agua na boca mas na hora de engolir não passou. Acho que a duvida ficou - desfeita. Afinal à coisas mesmo estranhas porque eu ia jurar que ia gostar.

Boa continuação de semana, e se souberem de mais receitas partilhem que eu ainda não desisti totalmente. Sou assim mesmo.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Porque será?

Não sei como é com vocês mas existem coisas que nunca comi e que no entanto sei que são bons. 
Quando era criança minha mãe fazia certas receitas, poucas, mas eram as receitas que nós (eu e o meu irmão) adorávamos. Mas, havia receitas que a minha mãe nem nunca ouviu falar, fazer, nem sequer pensar, porque não as conhecia, e que eu ouvia falar nelas e perguntava se eram boas. A resposta era: "não sei!". 
Sou adepta de livros de receitas embora tudo que leve muitos ingredientes não fazem parte dos meus planos culinários, mas só comecei a comprar livros de culinária à poucos anos, já li todos os que tenho e neles por vezes encontro receitas fantásticas que embora dispendiosas devem ser fantásticas e por outro lado encontro receitas que me fazem ir a um lugar que não sei onde existe mas que me trazem à cabeça memórias que não sei onde as fui buscar. 
Um estranho caso são as Papas de Aveia. Nunca comi, aliás coisas em papas só mesmo açorda, de resto nem cereais com leite, nem farinha de pau, são coisas que não consigo comer, não passa aqui no "gorgomilho" e olhem que já tentei mas a minha mãe sempre disse que nunca fui capaz de comer isso nem mesmo em bebé, que era colher dentro, colher fora. Mas eu até sei as receitas, só não consigo engolir. Já fiz para a minha mãe farinha de pau com carne, com legumes, e até ficam com bom aspecto e aprovadas por quem as come e adora, menos eu. Pois eu sempre que oiço falar em papas de aveia algo me diz que :Humm! Que bom. E nunca comi. É estranho. Eu também nunca tinha comido Sericaia (um doce tradicional do Alentejo) e um dia ao falar com um cliente que as produzia disse que nunca tinha comido mas que achava que devia ser bom, ele riu-se e disse que era bom e mandou-me uma para provar, e quando a comi era tal e qual como eu imaginava. Porque será que isto acontece, será que alguém sabe?
Agora só me falta experimentar as receitas que tenho encontrado por aqui na web e tirar as duvidas de uma vez por todas.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Realidade ou ficção

Eu não sou muito de ver TV, muito menos de seguir novelas, muito menos se as ditas forem portuguesas, mas,(eu disse mas) mas, as ultimas novelas têm tido tão boa qualidade, tão boas tramas, tão bons elencos, que me tem dado vontade de ir vendo alguns episódios. 
Então, é mesmo verdade ando a seguir a novela "Sol de Inverno", adoro alguns personagens e núcleos, e ultimamente vi um episódio em que um personagem que havia conhecido outro pelo facebook e trocaram números de telefone e agora falam pelo telemóvel mentindo descaradamente sobre vidas fictícias, conhecendo-se ambos na trama e não se suportando. Será que casos destes existem por aí? Será que quem vive no mundo virtual é honesto ou nem por isso? 
Estou a espera da resolução da trama e acho que sim, que as personagens do Mariano e Beatriz são feitas uma para a outra. Só quero ver o episódio em que se descobre a realidade, vai ser divertido.


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