Não a perfeição é coisa que não existe, então pessoas perfeitas, pior; e bem pior que isso é pensar que existem corpos perfeitos, rostos perfeitos, é que nem ao bisturi, por isso desista dessa ideia. É que o que lhe parece perfeito a si, para outro por ser horrível. Mas que bem que fica no slogan.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Anjo da guarda
Eu acredito em Anjos.
Acho que todos temos um.
Eu quero agradecer ao meu por nos meus momentos dificeis me amparar.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Agora a sério
Porque uma só, é pouco, ofereça um jardim á mulher que ama e mereçe.
E vivam todas as mulheres.
Wikipédia
A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória do protesto contra as más condições de trabalho das operárias da indústria do vestuário de Nova York.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.
No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
Poucos dias depois, a 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, erroneamente considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.
Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917.
Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora".
No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.
Na Tchecoslováquia, quando o país integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), a celebração era apoiada pelo Partido Comunista. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, visando convencer as mulheres de que considerava as necessidades femininas ao formular políticas sociais.
A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. A data foi gradualmente ganhando um caráter de paródia e acabou sendo ridicularizada até mesmo no cinema e na televisão. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo do antigo regime.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920. Posteriormente, a data caiu no esquecimento e só foi recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960, sendo, afinal, adotado pelas Nações Unidas, em 1977.
sábado, 25 de agosto de 2012
Agora o céu está completamente limpo, pela manhã estava um bocado nublado o vento soprava frio, na verdade á pouco também soprava frio, mas ontem chovia, chuvinha no inicio e chuva forte no final do dia, pelos vistos S. Pedro ainda está zangado.
Eu também ando estranha, tal como o tempo.
Zangada talvez, sim. Ultimamente também tenho andado zangada com o mundo que me rodeia, se calhar nem sou a única. Estou a braços com dilemas que me estão a tirar o sono, a fome; e não é paixão de Verão de adolescente, é tristeza, frustração, ódio.
Quero tanto arranjar um emprego/trabalho honesto para poder fazer face a tudo que me tem acontecido e que sei que vai acontecer, mas parece que chego sempre um bocadinho depois da vaga estar preenchida. Pode estar a acontecer um alinhamento planetário contra mim?
Tenho rezado tanto como acho que nunca tinha rezado, tenho rezado a pedir orientação aos meus santos e anjos e sei que eles me escutarão e irão enviar auxilio, eu acredito e tenho fé que a minha vida não pode continuar assim neste vazio.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
É a vida
O tempo passa e as coisas mudam.
Quando eu era solteira tinha uma série de rituais próprios ao longo do ano.
Ir a certos sítios de visita era obrigatório se não fosse o ano passava estranho.
Depois casei e o meu M não tinha rituais de nada, e com o tempo ainda cumpriu alguns meus mas com a sua constante recusa fui perdendo esses rituais e tradições por respeitar a sua posição mas agora sinto-me mal e vazia.
Já não se assiste á volta a Portugal de bicicleta, já não se vai ás festas locais porque " é piroso", já não se faz nada de nada, é lamentável.
Eu ainda não perdi a esperança de continuar os meus rituais e tradições nem que tenha de os retomar a solo.
Pena é que isto começa a ser muito lugar comum e é de lamentar que muitos casais se afastem porque não partilham de coisas tão banais como os gostos do outro. Não foi isso que os aproximou? Mas devia ter sido.
Eu sei que estamos em crise global mas daí que se criem mais crises pessoais e individuais porque não se aceitam as sugestões do outro, é mesmo triste.
É a vida que temos.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pensamento do dia
"O mais importante não é porque você caí, mas sim quando você se levanta."
Isabel Oliveira
Isabel Oliveira
domingo, 22 de janeiro de 2012
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