segunda-feira, 30 de maio de 2016

Este ano que está tão atipico

Este ano estou mesmo farta. Estou farta deste tempo parvo que não parece normal. Ora faz sol, ora chove, ora está calor, ora parece primavera, ora é inverno outra vez. Estou farta, fartinha. 
Só me ocorre pensar que ainda bem que este ano não tenho férias em Junho, porque Junho está aí a chegar e ainda não consegui fazer o que queria nem me parece que vá estar tempo bom para começar a ir à praia como nos anos passados. 
Ainda me lembro de uns anos atrás um Junho fabuloso em que resgatei alguma alegria que tinha perdido, uma semana de férias com o meu filho, simplesmente amei. Foi uma prenda depois de ter estado tanto tempo sem trabalho. Embora também saiba que tentaram sabotar essas férias mas não conseguiram - Joly good. Verdade, verdadinha é que me souberam pela alma, nada pode alterar isso. 
Este ano tenho de agradecer a uma pessoa por só ir de férias em Agosto. Afinal é tão importante que esteja pela empresa todo o tempo menos em Agosto. Mas se tivesse de faltar uma semana tratariam de me substituir - rapidement. Afinal hoje em dia tenho de crer que é assim um pouco por todo o lado, lamentavelmente. Mas também acredito que ainda pode haver um lugar em condições onde se possa trabalhar neste pais, falta é saber onde.
But moving on.
Com este tempo e embora a previsão para os próximos dias seja de temperaturas na ordem dos vintes graus ainda não dá vontade de ir para a praia, ainda bem que amanhã tenho de ir trabalhar.

Venha Junho e as sardinhadas dos Santos populares. Ai São Pedro este ano deves-me tanto... 

terça-feira, 10 de maio de 2016

From the soul - D'alma

Yes, come. I'm waiting for you. Always been.
Theres a part of me that says you've never left.
This lonliness that walks whith me tell's you are comming, always comming.
But you never come.
I miss you, so much. I miss you and I don't know how to explain why do I feel this way.
Come quickly because I'm waiting open arms, open hart, free thinking free soul.
Please come, I'm hurting. 
 

Sim vem, estou a tua espera, sempre estive. 
Existe uma parte de mim que me diz que nunca me abandonaste. 
Esta solidão que me acompanha me diz que estás a chegar, sempre a chegar. Mas tu demoras a chegar. 
Contínuo com saudades, muitas. Tantas saudades que nem sei explicar porque as sinto. 
Vem depressa que estou a tua espera de braços abertos, coração aberto, pensamento aberto, alma livre. 
Mas vem por favor, porque estou a sofrer. 

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Deja Vú.

Chamem-lhe sentimentalismo, chamem-lhe qualquer coisa, pois qualquer coisa deve ser.
Tem dias em que vejo flashes da minha vida passar-me em frente dos olhos, memórias de momentos passados carregados de nostalgia, recordações. Penso nelas assim e parece que não as vou lembrar novamente, será assim que se apagam da nossa memoria, será assim o reset que se faz quando começa a doença de Alzheimer?  Tenho medo.
Porque esta sensação de deja vú, será que preciso de fazer algo que me está a escapar?
 

sábado, 7 de maio de 2016

A vapor - tu tu tu

O ano tem sido uma surpresa constante, tão constante que ainda não consegui organizar-me (já tinha dito isso à tempos atrás) mas é verdade. Maio chegou depois de um Abril que parecia nunca acabar de chuva, Maio chegou radioso a ameaçar calor abrasador e foi até ontem. Foram poucos dias mas deu para adoçar o bico. Mais dias de sol e calor virão (nas minhas férias - em Agosto). Desculpem se o Junho e Julho não forem arrasadores como outros anos mas eu tenho um acordo com um santinho e o bom tempo virá para me receber - em Agosto. 
Sorry everyone.
Maio promete, mas para já - delivers - Rain. Depois virá o bendito sol para eu poder fazer as minhas caminhadas ao perfume das flores.
Maio é também o mês de Maria, o mês da Santa Rita, o mês da Nossa Srª de Fátima.  ❤ ❤ 




terça-feira, 15 de março de 2016

Questão inevitavel

Ontem foi mais um dia triste para a nossa sétima arte. Tombou mais um dos grandes. Nicolau Breyner apareceu morto em casa. Antes dele tantos grandes partiram. E na verdade agora poucos restam para engrandecer a nobre arte. 
Vi a entrevista que deu na Sic já à uns anos atrás e quando o Daniel lhe perguntou o que gostariam que dissessem dele quando partisse. É uma questão que inevitavelmente cada um de nós imagina as respostas possíveis.
Eu também já me fiz essa pergunta muitas vezes e a resposta é sempre a mesma tal como a dele é a mesma. 

A minha resposta mental é que tenha feito a diferença na vida de outra pessoa e que alguém se lembre de mim.

A minha missão é fazer a diferença na vida de certas pessoas, não todas, só algumas. As vezes tenho duvidas da minha missão. Porque me sinto numa solidão tremenda.

Mas porque existem pessoas que acham que se bastam por si próprias e que não precisam de ninguém, por isso existem pessoas como eu que estão aqui para lhes mostrar que nenhum ser é só e sozinho, que sempre precisamos de outro alguém.
Existem momentos em que avançamos na vida e fazemos escolhas, mas a família tem sempre um grande peso nas nossas escolhas. Eu tinha grandes aspirações mas sempre respeitei muito a minha família e por eles fiz as escolhas que fiz, e alguns sacrifícios. Eu fui abraçada pela minha família por ela abdiquei de coisas que eram importantes, fiz e está feito porque ficou para trás no passado. Outros são libertos para abraçar o mundo assim foram libertos pelos seus sem estes nunca lhes ser cobrado nada, esses tem muito a agradecer. 
Hoje em as escolhas são outras continuam importantes e acho que continuo a fazer a diferença para muitos, mesmo que eles para já, não dão o verdadeiro valor. Não me arrependo de ter feito o que fiz e de ter deixado para trás meras aspirações pessoais, pessoas nunca deixei para trás pois se deixamos pessoas para trás é porque elas nunca foram verdadeiramente importantes na nossa vida. Momentos vivem-se apenas uma vez. Depois é história.
E sim, saber de onde vimos, porque estamos, para onde queremos ir é muito, mesmo muito importante. Tal como amar os nossos também é importante mas nunca se ama da mesma forma à distancia, mesmo que estejamos juntos todos os dias mas distantes (estar perto pode ser estar longe e estar longe pode ser estar perto- é preciso é saber como e Amar).

O Nicolau queria ser amado e disse isso tratar-se de uma fraqueza. Eu não acho que querer ser amado é um fraqueza, acho que é amar e ser amado é uma dádiva, porque cada vez mais são aqueles que nos juram amor com falsas palavras e gestos e atitudes, e que encontrar verdadeiro amor é mesmo uma missão.

Até sempre Sr. Nicolau.

sábado, 12 de março de 2016

Parece mas afinal não sou só eu.

Anda a minha vida numa roda viva, sim desde o inicio do ano que não se passa nada de extraordinário mas verdade verdadinha que nada parece entrar nos eixos este ano. 
Disseram-me que este ia ser pior que o anterior e eu não acreditei, pois pessoas, já posso dizer que acredito. Vai ser bem pior, neste mundo pequeno onde vivo com tantas pessoas estúpidas à minha volta como podia melhorar; mas também vos digo que estou a trabalhar nisso. Força e não desistir, até sempre, até ao fim é o meu lema. Aliás o lema é: "Fazer sempre mais e melhor, sempre até ao fim." Assim, sim, assim é que é. 
Também é verdade que este inverno para não variar está a demorar a passar para caramba. Faz-me falta o meu sol, o meu rico sol. Esse também é um dos motivos pelo qual não emigro para um qualquer pais nórdico mais rico em condições de vida e qualidade e blá, blá, blá, porque a maior parte até tem parques mas não tem este meu sol, nem este meu mar. E isso faz muita diferença.
Voltando à vidinha. Pois nada se encaixa mas o tempo tem passado a correr, não acham? Ainda há pouco foi o inicio do ano e já estamos na primavera. 
Estou descontente com muitas coisas e se calhar isso faz com que se produza uma corrente contra a qual tenho vindo a remar e já estou a ficar cansada. E não, não me vou deixar ir nesta corrente, morrer primeiro que desistir de ser eu. Ir na corrente para onde me leva nem pensar, eu gosto de saber para onde vou e não gosto que me empurrem. O mais certo é saltar da carruagem com ela em andamento assim tipo coisa mais radical. Diz quem me conhece que pareço uma pessoa pacata de não armar confusão e até sou mas não me tomem por Lorpa/tonta ou burra porque disso não tenho nada , as vezes quero acreditar que as pessoas podem ser boas mesmo sabendo que não o são. Também se tiver de dar um murro na mesa ou bater com a porta faço-o sem hesitar. 
Eu sou como a agua, desvio-me do que me estiver a atrapalhar e se me saltar a tampa também como a agua levo tudo na frente. É ser assim define-me completamente. 
Como vos disse à algum tempo estou a fazer algumas reestruturações a nível pessoal. (Ainda estou a começar, que isto de me organizar leva tempo. E eu até que sou organizada)
Estou a iniciar também uma alteração alimentar que na verdade descobri ser mais um regresso ao meu antigo eu. 
Conhecem certamente a Drª Ágata Roquette a nutricionista da dieta dos 31 dias? Pois estou a começar a por em pratica, adaptando a mesma ao meu tipo de gosto e modificando sempre uma coisa ou outra pois até nisso sou irreverente mas não ao ponto de furar o esquema da Drª. Tenho os dois livros e já os li e reli varias vezes antes de por em pratica o meu plano. Tenho algumas intolerâncias alimentares e por isso levou algum tempo a adaptar algumas receitas. Mas já estou a começar. 
Ginástica, não vou fazer. Lamento mas não tenho paciência para ir para o ginásio, quando muito posso fazer uns longos passeios depois do jantar, só estou à espera que passe o inverno que andar à chuva é coisa para ficar doente e eu preciso do meu trabalho, é uma porcaria mas para já é o que tenho. Quando o tempo animar eu vou. Andar ao ar livre foi sempre uma coisa de que gostei muito e ainda gosto. 
E como parece que não sou a única vou assim que puder colocar aqui o meu progresso, as receitas e tudo mais. 
Até já.

quinta-feira, 3 de março de 2016

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Podia

Pois podia mas não era a mesma coisa. 
No fim de semana passado podia ter aproveitado o sol radiante de sábado para ir passear, ir comer um crepe com gelado à beira mar, ou beber um chocolate quente. Não estava "calor" mas estava bem mais agradável do que hoje.  
Pois mas na semana passada podia ter aproveitado para essas coisas boas mas não; fiz uma faxina de ficar com tudo a brilhar e o corpo dormente. Fiz e era bem precisa depois de tanta chuva.
Mas esta semana está tanto frio (vocês sabem que está um frio de rachar lá fora não sabem? Que chove como se não fosse mais acabar.), frio que nem dá para andar lá fora, que chocolate quente só no sofá coberta por muitas mantas e mantinhas ou com as minhas botijas de calor (as minhas kikas). 
Que saudades tenho já do calor da primavera. Vem rápido Março. Que pode ser que ponha ordem na casa.

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